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Publicado 21/03/2017 12:10:36

“A Bela e a Fera”: 5 razões pelas quais o filme já quebrou recordes de bilheteria

O mais novo live-action da Disney pode ter estreado no dia 16 de março, mas já vem quebrando recordes de bilheteria desde então! A nova adaptação de “A Bela e a Fera” estrelada por Emma Watson, Dan Stevens e Luke Evans arrecadou, apenas no primeiro final de semana de exibição, nada menos do que US$ 170 milhões (R$ 510 milhões) nos Estados Unidos!

Com o valor, o conto tão velho quanto o tempo bateu o recorde de “Batman vs Superman”, que até então era dono do título de melhor estreia do mês de março, com US$ 166 milhões (R$ 498 milhões).

“A Bela e a Fera” é a mais nova aposta da Disney e tem tudo para se tornar um sucesso ainda maior. Se compararmos a arrecadação final das bilheterias de outros sucessos da Disney – “Cinderela” faturou US$ 544; já “Mogli: O Menino Lobo”, US$ 967 –, com certeza o live-action seguirá o mesmo caminho.

Por que “A Bela e a Fera” quebrou recordes
O sucesso de “A Bela e a Fera” com o público não foi por acaso! Alguns motivos levaram o filme ao caminho da glória e explicam como a nova versão do conto de fadas está pronta para ser um dos novos queridinhos da Disney. Confira abaixo!

#1 Emma Watson está no elenco
Os amantes de cinema cresceram em uma geração com Emma Watson. A intérprete da bruxa Hermione Granger nos oito filmes da franquia “Harry Potter” levou grande parte dos fãs – que não são poucos – a assistir “A Bela e a Fera” nas telonas. Toda a espera para a estreia valeu a pena e a atriz não deixou a desejar, dando um show de atuação como a protagonista do live-action.

#2 Paixão pelo filme original
Os fãs da animação original de 1991 são muitos, e grande parte marcou presença no cinema para assistir a nova versão do musical à moda antiga. Era grande a animação para ver como Bill Condon, o diretor da aposta 2017 da Disney, iria trazer brilho próprio ao longa e, mesmo assim, seguir a trama original. Os objetivos foram certeiros: fazer com que admirássemos o novo como se fosse antigo e atrair não somente os adultos que já conheciam a história, mas também as crianças.

#3 A forte personalidade de Bela
No live-action, Bela não é uma princesa como a da animação – e nem mesmo como alguma outra princesa da Disney. Emma Watson e Condon deixaram a personagem mais moderna, com um espírito mais rebelde e independente.
No longa, Bela está mais real, o que faz com que nos identifiquemos: não está mais no posto de "mocinha indefesa", mas sim no controle de seu próprio destino. É uma inventora, pensa no futuro das crianças do vilarejo e serve como inspiração para uma nova geração de espectadores.

#4 A marca Disney
Se pensarmos na marca Disney, nosso nível de expectativa para as produções aumenta consideravelmente. Depois dos sucessos dos filmes lançados anteriormente– como “Alice no País das Maravilhas” (2010), “Malévola” (2014), “Cinderela” (2015) e “Mogli: O Menino Lobo” (2016), por exemplo –, era de se esperar que a Disney entregasse um produto de ótima qualidade e deixasse muitos fãs ansiosos.

#5 Era do live-action
O timing para o lançamento de “A Bela e a Fera” não poderia ter sido melhor. Depois do sucesso de bilheterias de outros live-action produzidos pela Disney, a produtora resolveu apostar nas princesas – como foi o caso de “Cinderela” (2015) – e trazer para as telonas a história da amante de livros.

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Veja aqui a crítica de Mauricio Rosemberg para o filme “A Bela e a Fera”