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Publicado 19/02/2017 21:00:34

Fim do horário de verão pode influenciar nas atividades físicas

Acabou o horário de verão. Os relógios foram atrasados em uma. Para muitos, a mudança deverá afetar a rotina nos próximos dias. E isso inclui diretamente as pessoas que mantêm uma frequência de treinamento físico.

Especialistas explicam que a adaptação do corpo ao novo horário deve levar aproximadamente uma semana. Idosos e crianças são os que mais devem sofrer neste processo.

É bem provável que as pessoas que treinam sintam um pouco de dificuldade nos primeiros dias também. Talvez quem frequente as academias de manhã não sinta tanto, pois teoricamente acordará mais disposto. Quem for no começo da noite, após o trabalho, deve estar um pouco mais cansado.

Melhor horário
O recuo do relógio deve favorecer quem despertar mais cedo. Existem estudos, nenhum conclusivo, que comparam o ser humano com outros animais na questão da relação entre produção de hormônio e a luminosidade. Efetivamente, quem acordar agora vai estar num período de claridade maior, então estamos voltando para o melhor horário biológico. Em até uma semana o corpo deve se acostumar.

Faixa etária que mais sentirá
Idosos e crianças são os que mais devem sofrer na adaptação ao novo horário. O que mais dificulta os adultos é a adequação da rotina ao novo horário. Já essa adaptação é mais difícil para crianças e idosos. As pessoas com mais de 60 anos têm um horário de sono um pouco mais complicado, além de ter de tomar cuidado com o horário dos remédios. Os mais jovens geralmente podem fazer birra para querer dormir. Então, para essas duas classes, esse processo costuma ser um pouco mais complicado e pode impactar em irritabilidade.

Hidratação
Destacam-se a questão da hidratação no processo de adaptação ao horário de verão.A água de coco para quem tem atividades físicas intensas. A água com gás e limão para quem deseja combater a poluição. Se a pessoa não gosta de água pura, pode tomar com gás e limão, pois é rica em sais minerais.

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