x
Publicado 20/10/2017 15:55:34

Chuva de meteoros Oriônidas começa sexta com pico na madrugada de domingo

Fenômeno, que poderá ser visto em todo o Brasil, ocorre anualmente quando a Terra passa por detritos deixados pelo cometa Halley.

Entre a noite desta sexta-feira (20) até terça (24), quem tiver paciência e olhar para o céu por pelo menos uma hora poderá avistar a chuva de meteoros Oriônidas. O pico deve ser na madrugada de domingo (22), com maior quantidade de meteoros cerca de 45 minutos antes do amanhecer.

O fenômeno poderá ser visto de todo o Brasil.
As regiões Norte e Nordeste do país devem ter cerca de 20 a 35 meteoros por hora no pico da chuva. Já nas regiões Centro-Oeste e Sudeste deverão ser de 16 a 27. Na região Sul o número será o menor, com máximo de 12 a 23 meteoros por hora.

Onde ver a chuva de meteoros
Apesar de algumas indicações apontarem que o fenômeno é visto com mais facilidade quando o olhar se volta para a Constelação Órion (por isso, o nome Oriônidas), não é preciso olhar para um ponto específico. Mas há um lugar ideal: na praia, de preferência, com baixíssima luminosidade.

A melhor posição é deitado, e o ideal é olhar para o céu por pelo menos 1 hora para ver um número razoável de meteoros. A Lua, diz Hickel, estará crescente e não irá atrapalhar a observação.
A chuva de Oriônidas ocorre quando a Terra passa por uma região com altas concentrações de detritos oriundos do cometa Halley. O cometa é visível a partir da Terra a cada 75 anos e sua última "apresentação" se deu em 1986.

Sobre os meteoros
De acordo com o Observatório Nacional, os meteoros são pequenos corpos celestes que se deslocam no espaço e entram na atmosfera da Terra.
Ao adentrarem na atmosfera, eles queimam parcial ou totalmente, devido ao atrito e ao contato com o oxigênio. O fenômeno deixa um risco luminoso no céu, popularmente chamado de "estrela cadente".
As chuvas de meteoros, diz o Observatório Nacional, não representam riscos para a Terra e acontecem praticamente todos os meses, mas algumas não têm ampla visibilidade.

Fonte: G1